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	<title>Festival CulturaDigital.Br &#187; minc</title>
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		<title>Abertura e participação cidadã na cultura digital
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 22:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>alinecarvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Arena do Festival estava dedicada a encontros e discussões sobre o digital, cultura e política. No domingo, 4 de dezembro, o espaço recebeu representantes do Ministério da Cultura para apresentar o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais, e debater abertura de dados, transparência no governo e participação cidadã na cultura digital. O debate, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Arena do Festival estava dedicada a encontros e discussões sobre o digital, cultura e política. No domingo, 4 de dezembro, o espaço recebeu representantes do Ministério da Cultura para apresentar o <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2011/05/09/sistema-nacional-de-informacoes-e-indicadores-culturais-sniic/"><strong>Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais</strong></a>, e debater abertura de dados, transparência no governo e participação cidadã na cultura digital. O debate, que girou em torno da atual política do Ministério da Cultura para a cultura digital, foi apresentado pelo diretor de Estudos e Monitoramento de Políticas Culturais do MinC, <a href="https://twitter.com/#!/americo_cordula">Américo Córdula</a> e o coordenador de Cultura Digital <a href="https://twitter.com/#!/josemurilo">José Murilo Jr</a>.</p>
<p align="JUSTIFY"><img title="José Murilo Jr., coordenador de cultura digital do Ministério da Cultura" src="http://farm8.staticflickr.com/7141/6467550009_e43830d114.jpg" alt="" width="455" height="302" /></p>
<p align="JUSTIFY">José Murilo inicia a discussão com um panorama histórico da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.gov.br/culturaviva/category/cultura-e-cidadania/cultura-digital/" target="_top">Ação Cultura Digital</a></span></span> no Ministério, e faz referência ao ex-ministro Gilberto Gil na implementação dentro do governo da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/2008/06/16/gil-sou-hacker-um-ministro-hacker%E2%80%99/" target="_top">ética hacker</a></span></span>: conhecer bem um processo para poder alterá-lo. Em seguida, fala do projeto da criação de um <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/2011/05/09/sistema-nacional-de-informacoes-e-indicadores-culturais-sniic/" target="_top">Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais</a></span></span>, baseado na experiência da plataforma <a href="http://www.culturadigital.br/" target="_top">www.culturadigital.br</a>, criada em 2009 para promover o debate em rede na formulação de políticas públicas para o digital. “A ideia é passar do culturadigital.br para um cultura.br, reunindo o maior número possível de pessoas em torno do compartilhamento de informações sobre o que está sendo produzido e circulado em termos de cultura no país”.</p>
<p align="JUSTIFY">Ele acredita em uma nova forma para um sistema público de informações, baseado na discussão mundial em torno do “<span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Open_data" target="_top">open</a></span></span><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Open_data" target="_top"> data</a></span></span>” (dados abertos, em português), mas que vá além da simples disponibilização de dados, buscando a apropriação destas informações: “o objetivo é criar um verdadeiro ambiente em rede, onde as pessoas possam criar um perfil, interagir com outras pessoas e organismos, customizar os dados disponibilizados. Queremos dar um passo além, buscando a integração de uma base de dados em um ambiente que qualifique o uso destras informações, pensando a questão da identidade, das relações sociais próprias das ferramentas digitais em rede. Trata-se de um reposicionamento do Estado a partir do que vem desta rede, como temos formulado em conjunto no movimento da cultura digital, e em espaços como este festival”.</p>
<p align="JUSTIFY">Murilo reforçou a importância de espaços de governança baseados no modelo multistakeholder, que reúne sociedade civil, governo e setor privado, como é o caso do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cgi.br/" target="_top">Comitê Gestor da Internet Brasileira</a></span></span> (CGI.br). Para ele, é necessária uma reflexão conjunta sobre como responder aos arranjos do cenário digital, retomando a responsabilidade do Estado de atuar sob uma perspectiva de fato pública. Ele observa que empresas como a Google tem ocupado espaços de interesse público na internet ao oferecer hospedagem de conteúdo e mecanismos de busca. Ele atenta ainda para a importância da interoperabilidade de bases de dados e cita a digitalização de conteúdos como uma das preocupações atuais do Ministério &#8211; que tem investido na digitalização dos acervos da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.bn.br/" target="_top">Biblioteca Nacional</a></span></span>, da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.funarte.gov.br/" target="_top">Funarte</a></span></span> e da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cinemateca.com.br/" target="_top">Cinemateca Brasileira</a></span></span> de forma a integrar o SNIC.</p>
<p align="JUSTIFY">Neste sentido, é retomada a discussão em torno da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm" target="_top">Lei de Direitos Autorais</a></span></span>, que após passar por dois processos de <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/" target="_top">consulta pública</a></span></span>, será enviada em breve para votação do Congresso. A nova versão traz a proposta de um registro único de obras culturais sob uma licença pública através do SNIC: “O digital traz uma interessante possibilidade de registro unificado através de um gerenciamento alternativo e customizável, onde o autor decide o tipo de incentivo que deseja conferir a circulação de sua obra”. Ele explica que “a proposta do SNIC é reunir o registro autoral, uma licença customizável e a abertura de dados em uma arquitetura integrada de aplicações e serviços distribuídos em camadas de dados – ideia esta que já vem sendo pensada há muito tempo dentro dentro das discussões da cultura digital”.</p>
<p><img class="alignright" src="http://farm8.staticflickr.com/7020/6446443181_fee8968307.jpg" alt="" width="500" height="333" /></p>
<p align="JUSTIFY">Sergio Branco, professor de direito da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.fgv.br/" target="_top">Fundação Getúlio Vargas</a></span></span>, aponta a preocupação com uma licença pública geral no que diz respeito à redução das diferentes licenças flexíveis hoje existentes – e cita o exemplo do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_top">Creative</a><a href="http://www.creativecommons.org.br/" target="_top"> Commons</a></span></span> &#8211; a um modelo único exclusivo de licenciamento. Ele pergunta como está sendo prevista esta interoperabilidade entre licenças e lembra que tornar obrigatório o uso de uma única licença iria contra a <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a target="_top">Convenção de Berna</a></span></span> (tratado internacional de 1886 que regula o tema).</p>
<p align="JUSTIFY">Américo Córdula ressalta que o SNIC será criado no âmbito das ações do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a target="_top">Sistema Nacional de Cultura</a></span></span> (SNC), que busca integrar as esferas federais, estaduais e municipais de gestão pública de cultura. Neste sentido, da mesma forma que o SNC prevê a criação de Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Cultura pelos próximos 10 anos, está compreendido no projeto o incentivo à digitalização e disponibilização de dados nas diferentes esferas da administração cultural. Ele conta que existem hoje mais de 600 municípios interessados em integrar o SNC, e que este debate certamente entrará na agenda eleitoral do ano que vem.</p>
<p align="JUSTIFY">Para ele, ao reunir políticas públicas flexíveis e pessoas interessadas nesta construção, criam-se novos tipos de interação na gestão cultural. O Secretário de Políticas Culturais do Ministério Sérgio Mamberti completa: “O Estado já esta engajado neste projeto, a sociedade também tem que assumir este compromisso”.</p>
<p align="JUSTIFY">Perguntado sobre experiências similares de open data no cenário internacional, José Murilo comenta: “A abertura de dados traz uma possibilidade de promoção de um diálogo direto entre sociedade civil e governo e novas formulações em cima disto. A abertura de dados públicos pode ser realizada das melhores e piores formas, e uma delas é a perspectiva de &#8216;balcão&#8217;, onde a informação é disponibilizada sem maiores preocupações com a apropriação da mesma. Até onde eu sei, a experiência do culturadigital.br ainda não foi replicada, não no sentido da qualificação de um ambiente em rede”.</p>
<p align="JUSTIFY"><span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a target="_top">Leo Germani</a></span></span>, programador e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da política de cultura digital dentro do Ministério, retoma a discussão de digitalização de acervos. Ele aponta para uma estrutura que garanta o crescimento exponencial de uma rede estável, segura e acessível, com servidores distribuídos em rede, com backup descentralizados e uma interface pensada para o cidadão comum. Assim, sugere a aproximação do Ministério da Cultura com o Ministério de Ciência e Tecnologia, para que seja possível uma verdadeira compreensão do software como cultura, como parte do desenvolvimento cultural do país. Ele acredita que o governo deve tomar uma postura mais assertiva em relação à tecnologia, e não apenas criar demandas: “o estado não esta preparado para pensar tecnologia, está preparado apenas pra comprá-la”.</p>
<p align="JUSTIFY">Neste sentido, reconhece a importância da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.rnp.br/" target="_top">Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP)</a></span></span>, que provê estrutura de conexão em grande parte do território acadêmico no país, mas ressalta que boa parte da produção cultural hoje não se encontra apenas dentro das universidades.</p>
<p align="JUSTIFY"><img class="alignleft" title="Sérgio Mamberti, Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura" src="http://farm8.staticflickr.com/7014/6477049405_37f205d6b8.jpg" alt="" width="359" height="541" /></p>
<p align="JUSTIFY">Thiago Skárnio, jornalista e coordenador do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.ganesha.org.br/" target="_top">Pontão de Cultura Digital Ganesha</a></span></span>, completa sugerindo que a lei deve prever que criações financiadas com dinheiro público devem ser disponibilizados na internet, como uma forma de incentivo à circulação e acesso à cultura. Américo ressalta o caráter da transparência que tem guiado as ações do Ministério, citando o exemplo do Mapa da Cultura que está sendo construído, com a disponibilização de todos os dados do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) de 2005 a 2011.</p>
<p align="JUSTIFY">O jornalista e editor da <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.revistaforum.com.br/" target="_top">revista Fórum</a></span></span> Renato Rovai brinca que “alface não dá na internet”, e cobra do Ministério a continuidade de programas de fomento para além do anúncio de ações grandiosas, a exemplo do programa de Pontos de Mídia Livre, segundo ele, “abandonados” pela nova gestão. Américo explica: “O programa Cultura Viva foi um programa de governo e esse governo acabou. Por isso, a necessidade de sedimentação deste tipo de ação, e a ideia do PNC é justamente institucionalizar isso em termos de lei, o que se torna um dos principais desafios para 2012”. No sentido de políticas que envolvam tecnologia, o professor da Universidade Federal da Bahia lembra que “embora tenha um trabalho importante, a RNP não é o Ministério de Ciência e Tecnologia”, e cobra a atuação deste Ministério em uma política pública continuada.</p>
<p align="JUSTIFY">Carlos Affonso, coordenador adjunto do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a target="_top">Centro de Tecnologia e Sociedade</a></span></span> da FGV, retoma a discussão em torno da nova lei de Direitos Autorais atentando para o paradoxo presente no artigo 105-A, que prevê um mecanismo de notificação e retirada de conteúdos que sejam compreendidos como infração de direitos autorais. Ele lembra que esta</p>
<p align="JUSTIFY">proposta foi amplamente rejeitada pela comunidade na discussão do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.culturadigital.br/marcocivil" target="_top">Marco Civil da Internet</a></span></span>, e risca agora voltar de forma autoritária no novo projeto de lei.</p>
<p align="JUSTIFY">José Murilo esclarece que ao passo que a lei prevê a notificação por parte do detentor dos direitos, esta também compreende a contra-notificação por parte do suposto infringidor, levando a questão ao judiciário, enquanto o conteúdo permanece no ar. Rovai argumenta que este mecanismo continua sendo prejudicial ao interesse público: “Quem promove o processo sempre é a parte maior, que tem mais dinheiro, e se não for criada uma condição de participação legal popular a sociedade não vai recorrer à justiça, tanto que não tem ido”. Ele ainda pondera se o esquema de contra-notificação, que não existe na atual lei, seria de fato um avanço, uma vez que coloca os provedores em “uma situação complicada de polícia administrativa” e pode gerar uma “indústria de notificação em massa”. Murilo concorda com a colocação mas explica que esta discussão ocorre em diferentes esferas entre o Ministério e o Congresso, e que não se pode pautar tudo dentro do governo, neste contexto de disputa de forças.</p>
<p align="JUSTIFY">Ivana Bentes, diretora da Escola de Comunicação da UFRJ, questiona se a proposta de licenciamento público será compatível com outras licenças e pergunta qual seria a estratégia do Ministério para incentivar a apropriação desta ferramenta pela sociedade civil, argumentando que “colaboração tem limite”.</p>
<p align="JUSTIFY">Aline Carvalho, pesquisadora em políticas digitais, atenta que a discussão da implementação do SNIC deve girar em torno de políticas públicas para o fomento de novos arranjos produtivos baseados na colaboração, compartilhamento de dados e na troca de produtos e serviços. Aproveitando a presença da Secretaria de Economia Criativa do MinC no debate, argumenta: “É preciso pensar uma economia criativa brasileira. O Ministério deve retomar, e espero que o esteja fazendo, experiências como a <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.gov.br/culturaviva/category/cultura-e-cidadania/economia-viva/" target="_top">Economia Viva</a></span></span>, desenvolvida no âmbito do Cultura Viva, que sistematizou debates e metodologias em torno de novos modelos de negócio próprios ao arranjo produtivo brasileiro. As indústrias criativas da Inglaterra nada tem a ver com o que se passa hoje no país, e por isso não devemos importar soluções prontas de outros países no que diz respeito a economia da cultura. O processo brasileiro – como o próprio culturadigital.br – é muito rico e próprio, e é preciso desenvolver respostas brasileiras para problemas brasileiros. E temos potencial, recursos e redes qualificadas para isso”.</p>
<p align="JUSTIFY">Luciana Guilherme, da Secretaria de Economia Criativa, explica que tem sido feito um mapeamento das experiências internacionais para que sirvam de material referência para a reflexão e criação de políticas culturais nacionais. Ela cita o exemplo do <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.cultura.gov.br/site/2011/11/24/brasil-criativo/" target="_top">Plano Brasil Criativo</a></span></span>, que reúne diversos ministérios (como o da Cultura, Indústria e Comércio, Comunicações, Ciência e Tecnologia, Cidades, Esportes, Educação, Trabalho e Desenvolvimento Social) na criação de um programa nacional, onde a discussão é qualificada sob o olhar da cultura.</p>
<p align="JUSTIFY">Sergio Mamberti complementa que “esta interdisciplinariedade é fundamental para alcançar nossos objetivos. Estamos aqui, participaremos do Congresso do Fora do Eixo e do Fórum Social Mundial, estamos abertos a sugestões e tudo que foi discutido será levado em consideração nesta formulação”.</p>
<p align="JUSTIFY">José Murilo encerra o debate lembrando que “tudo que a gente falou aqui é influência direta de anos de reflexão coletiva. E não posso deixar de fazer referência aqui a <span style="color: #0000ff;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Daniel_P%C3%A1dua" target="_top">Daniel Pádua</a></span></span>, uma das pessoas que teve as primeiras sacadas em relação a criação de um sistema público de interação, disponibilização e apropriação de dados e conteúdos, sob a perspectiva de uma política pública integrada ao ambiente digital. Ele nos deixou justamente no dia da abertura do primeiro Fórum da Cultura Digital, o que talvez fosse um sinal que ele estivesse passando o bastão pra gente seguir em frente com isso. Como ele costumava dizer, &#8216;tecnologia é mato, o que importa são as pessoas&#8217;, e é por isso que estamos aqui. Um salve a D Pádua”.</p>
<p> </p>
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		<title>Veja foi a noite de abertura do festival</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Dec 2011 14:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucaspretti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#60;a href=&#8221;http://storify.com/culturadigital/noite-de-abertura-culturadigital-br&#8221; target=&#8221;_blank&#8221;&#62;View the story &#8220;NOITE DE ABERTURA CulturaDigital.Br&#8221; on Storify&#60;/a&#62;]]]></description>
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		<title>Conheça a história do Festival CulturaDigital.Br</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 15:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucaspretti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival CulturaDigital.Br é mais um capítulo de um processo que já dura no mínimo três anos. Em 2009, o primeiro Fórum da Cultura Digital reuniu 700 em torno de mesas de discussão e grupos de trabalho, para discutir políticas públicas na Cinemateca, em São Paulo. Em 2010, o segundo Fórum juntou 3,5 mil pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/32874738?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="460" height="259"></iframe></p>
<p>O <a href="http://culturadigital.org.br">Festival CulturaDigital.Br</a> é mais um capítulo de um processo que já dura no mínimo três anos. Em 2009, o <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/" target="_blank">primeiro Fórum da Cultura Digital</a> reuniu 700 em torno de mesas de discussão e grupos de trabalho, para discutir políticas públicas na Cinemateca, em São Paulo. Em 2010, o <a href="http://culturadigital.br/forum2010" target="_blank">segundo Fórum</a> juntou 3,5 mil pessoas em ambiente mais festivo, livre, entre arenas seriíssimas e descontrações absolutas. E eis que em 2011, no Rio, o Fórum se torna Festival e mostrará toda a potência de articulação da união das redes da cultura digital em palestras, experiências, experimentos artísticos, shows e muita, muita conversa.</p>
<p>No vídeo acima, o diretor geral do Festival CulturaDigital.Br, Rodrigo Savazoni, resume a história desses três anos e ilustra como <em>tudo isso</em> saiu da contracultura dos anos 60, passou pelo Ministério da Cultura, depois por uma casa em São Paulo (a <a href="http://casadaculturadigital.com.br" target="_blank">Casa da Cultura Digital</a>) para agora aportar no MAM Rio, onde nasceu a poesia concreta e tantos outros movimentos artísticos.</p>
<p>Venha discutir com a gente onde <em>isso tudo</em> vai dar!</p>
<p>(Para outras visões sobre o Fórum e seus significados, acesse o projeto <a href="http://cincovezes.culturadigital.org.br/" target="_blank">5X Cultura Digital</a>, em que cinco coletivos audiovisuais documentaram suas impressões sobre <em>tudo isso</em> no ano passado).</p>
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