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	<title>Laboratório Brasileiro de Cultura Digital</title>
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		<title>Reforma da LDA: Último dia para contribuições</title>
		<link>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/31/reforma-da-lda-ultimo-dia-para-contribuicoes/</link>
		<comments>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/31/reforma-da-lda-ultimo-dia-para-contribuicoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 19:31:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que está rolando]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabia que ao copiar uma música para o seu mp3 você está cometendo um crime?! Pois é, nossa atual Lei do Direito Autoral é deveras retrogada e pré-digital. Foi olhando para casos como esse que o Ministério da Cultura preparou um novo texto para uma antiga Lei e abriu para que todos possamos ler, comentar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabia que ao copiar uma música para o seu mp3 você está cometendo um crime?! Pois é, nossa atual Lei do Direito Autoral é deveras retrogada e pré-digital. Foi olhando para casos como esse que o Ministério da Cultura preparou um novo texto para uma antiga Lei e abriu para que todos possamos ler, comentar, discordar ou concordar.</p>
<p>Hoje é o último dia, por tanto acesso o site da consulta e dê os seus pitacos!</p>
<p>http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/consulta/</p>
<p>Para saber os númeors da consulta acesse: http://consultalda.thacker.com.br/</p>
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		<title>Plataforma da Produção Cultural no Brasil</title>
		<link>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/27/plataforma-da-producao-cultural-no-brasil/</link>
		<comments>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/27/plataforma-da-producao-cultural-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto da Casa da Cultura Digital, Produção Cultural no Brasil, lança portal em versão beta. Site disponibilizará trechos das 100 entrevistas realizadas com gestores culturais e artistas, além de fomentar o debate no setor. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Os profissionais da cultura no Brasil ganharam na última sexta-feira, 20 de Agosto, uma nova referência na web: a plataforma Produção Cultural no Brasil. O projeto de mesmo nome, que tem realização da Casa da Cultura Digital, Cinemateca Brasileira e Ministério da Cultura, entrevistou 100 pessoas entre produtores, artistas e trabalhadores que dedicaram grande parte de suas vidas à cultura brasileira.  O resultado desse trabalho é a publicação de 5 livros, contendo uma compilação dessa centena de entrevistas transcritas e o site que já se encontra no ar, em versão beta.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/08/Captura_de_tela-ProdnoBR.jpg" rel="shadowbox[post-1090];player=img;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1098" title="Captura_de_tela-ProdnoBR" src="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/08/Captura_de_tela-ProdnoBR-300x267.jpg" alt="" width="300" height="267" /></a>O portal além de disponibilizar parte do conteúdo das entrevistas, em vídeo e texto, pretende ir além, gerando conteúdo que fomente o debate sobre no setor cultural do país. Para dar conta de tanta informação ele se divide em três vertentes: Blog, Vídeos e Rede. A primeira é justamente o espaço para postar informações, números da cultura e abordar temas como as políticas culturais brasileiras, a criação artística no país, além de contar um pouco o que foi produzir o Produção Cultural no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify">Na seção de vídeos, trechos de 5 a 6 minutos, dão um gostinho do que está por vir nas publicações das entrevistas na íntegra. Cada entrevistado tem um espaço nessa área do site que contém seu vídeo, links para download do mesmo, uma mini bio, hiperligações com as redes sociais das quais faz parte, trechos da entrevista em texto, algumas realizações do entrevistado, uma nuvem de tags com as palavras mais faladas durante a entrevista, referências da mídia sobre ele e links para outros conteúdos relacionado. Ufa&#8230; O leitor sai com uma boa noção de quem é aquela pessoa e porque ela está ali.</p>
<p style="text-align: justify">Na aba Rede do portal, encontramos todas as redes sociais das quais o Produção Cultural no Brasil está inserido, na busca de se fazer conhecer o projeto e conectar pessoas para fomentar ainda mais o debate. Em apenas uma semana, mais de 600 usuários do Facebook curtiram o portal e mais de 300 twitteros seguem @prodculturalbr no twitter. Além dessas, CulturaDigital.br, Flickr, Delicious, Vimeo e Wordle são outras redes pelas quais o projeto se espalha.</p>
<p style="text-align: justify">A plataforma ainda está em versão beta, por tanto sujeita a modificações e aceitando (e querendo) sugestões! Não deixem de contribuir via comentários no próprio site ou pelas redes sociais, com certeza será muito bem vindo! Ainda tem novidade por vir, mas essas deixaremos para um próximo post ;o)</p>
<p><strong>Produção Cultural no Brasil</strong><a href="http://www.producaoculturalnobrasil.org.br"></a></p>
<p><a href="http://www.producaoculturalnobrasil.org.br">www.producaoculturalnobrasil.org.br</a></p>
<p><strong>As redes do Produção:</strong></p>
<p><a href="http://twitter.com/prodculturalbr">Twitter</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Producao-Cultural-no-Brasil/124259467593996">Facebook</a></p>
<p><a href="http://culturadigital.br/groups/producao-cultural-no-brasil/">CulturalDigital.BR</a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/prodculturalbr">Flickr</a></p>
<p><a href="http://www.delicious.com/tag/prodculturalbr">Delicious</a></p>
<p><a href="http://vimeo.com/channels/prodculturalbr">Vimeo</a></p>
<p><a href="http://www.wordle.net/gallery?username=Produ%C3%A7%C3%A3o%20Cultural%20no%20Brasil">Wordle</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Luis Eduardo (Instituto Polis) entrevista Claudio Prado sobre as Cidades Digitais</title>
		<link>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/04/luis-eduardo-instituto-polis-entrevista-claudio-prado-sobre-as-cidades-digitais/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 16:52:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Áudio]]></category>
		<category><![CDATA[cidades digitais]]></category>
		<category><![CDATA[claudio prado]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Digital]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Claudio fala dos possíveis usos da tecnologia no âmbito municipal que exploram o potencial da cultura digital.
http://kiwi6.com/file?id=ezewn6bt4r
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Claudio fala dos possíveis usos da tecnologia no âmbito municipal que exploram o potencial da cultura digital.</p>
<p><a href="http://kiwi6.com/file?id=ezewn6bt4r" target="_blank">http://kiwi6.com/file?id=ezewn6bt4r</a></p>
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		<item>
		<title>Consulta à Instrução normativa do Software Público encerra dia 6/08</title>
		<link>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/04/instrucao-normativa-do-software-publico-encerra-dia-608/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 14:46:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que está rolando]]></category>

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		<description><![CDATA[Está rolando a consulta pública à Instrução Normativa que regulamenta o Software Público Brasileiro desde o início de julho. Desenvolvida pelo Ministério do Planejamento, a Instrução pretende estabelecer normas de disponibilização de soluções, sejam elas públicas ou privadas, no Portal do Software Público Brasileiro. Outra questão abordada no texto é o próprio significado de software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está rolando a consulta pública à Instrução Normativa que regulamenta o Software Público Brasileiro desde o início de julho. Desenvolvida pelo Ministério do Planejamento, a Instrução pretende estabelecer normas de disponibilização de soluções, sejam elas públicas ou privadas, no Portal do Software Público Brasileiro. Outra questão abordada no texto é o próprio significado de software público, que é uma ferramenta digital livre mas com um fim específico: &#8220;O SPB não é um tipo diferente de software e nem uma espécie distinta dentro do gênero software, o que difere são as garantias oferecidas à sociedade e ao cidadão, bem como os serviços prestados&#8221;<br />
Segundo o texto da IN a ideia de publicizar o software é uma forma de  reconhecimento do caráter estratégico do mesmo para governos e  sociedade.</p>
<p>Faça o download do texto completo <a href="http://dl.dropbox.com/u/6302318/in_spb.odt">aqui</a></p>
<p>Contribuições devem ser encaminhadas pelo endereço <a href="https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/consultas.do?acao=exibir&amp;id=56" target="_blank">https://www.consultas.governoeletronico.gov.br/ConsultasPublicas/consultas.do?acao=exibir&amp;id=56</a></p>
<p>Outras notícias:</p>
<p>Software Público é consenso para 21 países<br />
<a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item126" target="_blank">http://www.softwarepublico.gov.br/news-item126</a></p>
<p>Instituições públicas assinam termo de compromisso pela utilização da tecnologia Java<br />
<a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item125" target="_blank">http://www.softwarepublico.gov.br/news-item125</a></p>
<p>IV Prêmio Ação Coletiva recebe contribuições até o final de setembro<br />
<a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item114" target="_blank">http://www.softwarepublico.gov.br/news-item114</a></p>
<p>Chile vai aderir ao Software Público<br />
<a href="http://www.softwarepublico.gov.br/news-item121" target="_blank">http://www.softwarepublico.gov.br/news-item121</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cidade Comunicadora: encontro para uma construção colaborativa</title>
		<link>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/08/03/cidade-comunicadora-encontro-para-uma-construcao-colaborativa/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 20:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 30 e 31 de julho, o Projeto Cidade Comunicadora realizou o "encontro para uma construção colaborativa"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center">
<p style="text-align: center"><a href="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/08/MG_2350.jpg" rel="shadowbox[post-1044];player=img;"><img class="size-full wp-image-1047 aligncenter" title="_MG_2350" src="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/08/MG_2350.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center">
<p>Nos dias 30 e 31 de julho, o Projeto Cidade Comunicadora realizou o &#8220;encontro para uma construção colaborativa&#8221;. O objetivo foi consolidar as discussões, levantadas na lista de emails do grupo durante os últimos meses, em um evento para (re)pensar as Cidades Digitais no Brasil. Foram 33 pessoas, entre gestores, pesquisadores e demais interessados, que vieram se posicionar frente às provocações propostas.  A compreensão política da cultura digital, governo aberto, transparência radical, o papel das lan houses na educação, a importância do desenvolvimento de ferramentas digitais livres, foram algumas das questões levantadas. As contribuições feitas pelo grupo online e pelos participantes durante o evento servirão de subsídios para o documento/manifesto da Cidade Comunicadora, uma publicação colaborativa, que irá de encontro ao movimento das cidades digitais, deixando de lado a infra-estrutura física para focar nos múltiplos usos que o viés cultural da tecnologia pode proporcionar.</p>
<p>Durante o evento foi escrito coletivamente um relato do qual compilamos e disponibilizamos a seguir:<em> </em></p>
<p style="text-align: right"><em>(foto: Gabriela Barreto)</em></p>
<h3 style="text-align: center"><strong>Cidade Comunicadora: discussão consolidada</strong></h3>
<h4><strong>Dia 31 de Julho </strong></h4>
<h4><strong>Roda 1 &#8211; Banda larga para todos&#8230; por que mesmo?</strong></h4>
<p><strong>Infraestrutura e banda</strong></p>
<p><strong>José Luis Bizelli: </strong>Banda Larga é um direito. A gente não discute muito por que serve saúde.. a gente precisa consolidar a banda larga como direito, sem discutir o tempo todo por que.</p>
<p><strong>Américo: </strong>Há extensa quantidade de fibra subtilizada no país. Temos 16.000 km no país e 90% da população vivendo a 50 ou 100km dessa fibra. Talvez este seja o primeiro momento em que a gente possa ter uma infraestrutura onde possamos de fato instaurar políticas de alcance amplo.</p>
<p><strong>Dando: </strong>Soluções artesanais, locais, como forma declarada de desobediência civil. A conexão não chega? Gatonet, assumida. Bluetooth e outras ferramentas de apropriação, de modificação.<br />
<strong>Mário Brandão: </strong>Tem uma pergunta um pouco diferente que quero deixar pautada, que é O que é banda larga? 90% do uso de banda que a gente tem, nao conta como banda. O que todo mundo faz na internet, orkut, msn, nao vai la pra fora, é navegado internamente. É cache. O tráfego brasileiro de conectividade é muito interno e isso não consome a banda que o cara contratou para ter tráfego externo. A conexão que temos não é a mesma coisa de utilizar a internet como um todo.</p>
<p><strong>TV digital</strong></p>
<p><strong>Guido Lemos: </strong>Para pensar nas cidades digitais, é necessário pensar na agenda da TV digital. É a TV que entra na casa das pessoas.  Eu divido essa discussão em quatro:<br />
- Plataforma de transmissão<br />
- Plataforma de recepção<br />
- Software<br />
- Modelo de uso:</p>
<p>- Quem vai prestar este serviço?</p>
<ul>- 	Quem vai usar?</ul>
<p><strong>(nota do editor, via Wikipedia) </strong>Ginga é o middleware de especificação aberta adotado pelo Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) e que será instalado em conversores (set-top boxes) e em televisores. É uma camada de software intermediária, entre o sistema operacional e as aplicações. Ele tem duas funções principais: uma é tornar as aplicações independentes do sistema operacional da plataforma de hardware utilizados. A outra é oferecer um melhor suporte ao desenvolvimento de aplicações. Ou seja, o Ginga será o responsável por dar suporte à interatividade.</p>
<p><strong>Guido Lemos: </strong>O Ginga tem um potencial de rodar em 100 milhões de tvs digitais no país e 550 milhões nos países que já aderiram ao programa, com uma proposta de TV digital prevendo comunicação de duas mãos para os usuários, que terão a possibilidade de enviar informações. Também destaco o potencial de comunicação local, a informação pode ser distribuída diretamente para aqueles que tem mais interesse, é possível você falar com todas as pessoas de uma mesma comunidade/cidade/região e direto dentro de suas casas, via TV. Além disso, estamos propondo o desenvolvimento colaborativo de apps, criamos uma plataforma onde os programadores poderão distribuir seus softwares para a rede.</p>
<p><strong>Claudio:</strong> Com a tv digital, a tv local deixa de ser uma sub TV pois já vem articulada com e potencializada pelo externo.</p>
<p><strong>Américo: </strong>Se você cria uma rede local (IMAX), é possível ter um desempenho satisfatório intra rede, a produção local independe da saída.</p>
<p><strong>Guido:</strong> Podemos distribuir cinema para o Brasil todo. Muitas instituições têm satélite no Brasil, ele pode distribuir conteúdo para as redes municipais. A exigência para filme hd é 12mb/s e as redes locais podem chegar sem muita dificuldade a 155mb/s.</p>
<h4><strong>Roda 2- O que fazer quando é mais fácil transformar uma lan em escola do que uma escola em escola?</strong></h4>
<p><strong>Lan Houses</strong></p>
<p><strong>Carlos Júnior: </strong>A prefeitura de Estância (SE) teve a ideia de aproveitar as lan houses da cidade em busca de democratização da informação. Incentivo ao associativismo: tínhamos 52 lan houses para os 60 mil habitantes. Convidamos todas para dialogar e participar de uma associação de lan houses. Primeira coisa que mudou no município, a associação deu certo e começou a render para os associados. A partir daí choveu gente de outros ramos querendo criar associação.</p>
<p>A Associação não exige a legalização e formalização das lans como empresas.</p>
<p>Sentimos uma falta danada de mexer com a escola, não adiantou só abrir as lan houses sem as escolas incentivarem essa interação. Formamos os professores para capacitá-los a pensar novas formas de pedagogia. Hoje, temos 2.400 alunos cadastrados, recebendo tickets para acessar 6horas/mês em qualquer lan associada, mas as diretoras podem solicitar mais para alunos específicos.</p>
<p>O problema é a postura do professor, que reluta a reconhecer que o conhecimento não tem limites. Quando você parte para a pesquisa o professor está de igual para igual com o aluno. Eaí, ele vai descer do pedestal e assumir que vai ficar atrás algumas vezes?</p>
<p><strong>Mário Brandão: </strong>Estância não é caso isolado, Manaus tem uma quantidade absurda de lans e lá o estado do AM credencia pessoas para fazer bolsa universidade pelas lan houses. Meia passagem de estudante da rede pública, para idosos, é tudo repassado pelo pessoal das lan houses em convênio com a prefeitura. Os caras fazem uma associação local, fazem um convênio com a prefeitura e a associação repassam os créditos, fazem o mecanismo de controle.</p>
<p><strong>Modelo educacional</strong><br />
<strong>Américo Bernardes:</strong> Quero apontar para a necessidade de atenção aos modelos formais de educação. Hoje nós temos 200 mil escolas no Brasil e 2 milhões de professores, o que fazemos com isso? O problema base é a insegurança dos professores frente a sua ignorância em relação ao que os alunos sabem. Minha pergunta é: como é que a gente trabalha com a escola?</p>
<p>Precisamos criar modelos que suportem outras alternativas ou processos complementares. Os cursos de formação de professores que há no brasil em sua maioria não possuem discussão sobre o uso de tecnologias no processo educacional. O que tentamos fazer é criar processos de formação e capacitacao que criem uma familiaridade com a tecnologia como ambiente pedagógico.  Não gosto de webaulas porque no geral são transposição de uma lógica analógica para o ambiente virtual.</p>
<p><strong>Fredric:</strong> Adam Smith disse que nao importa onde você obtenha o conhecimento, desde que você o faça. A sala de aula não é uma necessidade, você pode aprender onde o conhecimento estiver disponível. Minha intuição me diz que entre dez e vinte por cento da população simplesmente sai da escola porque ela é chata, mas a legislação do Brasil exige que você sente 2600 horas, 3000 horas, para conseguir seu bacharelado.</p>
<p>Estamos entrando num mundo digital com a possibilidade de duplicar coisas com muita facilidade.<br />
Hoje em dia, o pensamento é diferente, em função da capacidade de duplicar o conhecimento humano. A nova mentalidade é DAR o conhecimento.</p>
<p><strong>Bianca:</strong> Há uma contraposição muito grande da educação na escola e na de fora da escola. Concepção holística do mundo aproveitada para educação: Educação não é apenas aquilo que é discutido em sala de aula, a vida em si é educação.  Trabalho com educação para jovens adultos. O publico é jovem que desistiu de uma escola que não fazia mais sentido. E que escola a gente tem hoje? Na fala da maior parte das pessoas aqui, a culpa do fracasso da educação escolar é do professor.  Mas o que é oferecido a esse professor? Qual a realidade dele?</p>
<p>Muitas vezes pensamos em políticas sensacionais e revolucionárias que são top down e não consideram quem está na ponta. Não adianta a gente pensar em um modelo no seu gabinete e levar pra ponta que não vai funcionar. Deveríamos dialogar com o MEC para pensar em politicas que emerjam de fato, bottom up.</p>
<p>Muitas vezes temos o discurso que a tecnologia vem para ajudar a vida do professor. A campanha da Fepesp era “professor 30h”, mostrando como aumentou a demanda de trabalho do professor. Ele sabe que sua carga de trabalho aumenta quando precisa conversar com o aluno por mais do que os quinze minutos depois da aula e ele tem que ser remunerado por isso.</p>
<p>Exemplo de Recurso Educacional Aberto (REA): <strong>Projeto Folhas:</strong> Começou com ações de formação profissional para professores paranaesnses. Os docentes interessados podiam escrever suas folhas, planos de aula, propostas, e ganham pontos na carreira por isso. Começaram a perceber que a qualidade do conteúdo gerado pelo Folhas era um conteúdo muito bom que poderia ser reaproveitado por outros professores e ser ministrado para alunos. Então eles pensaram num livro didático público, todo feito por professores que estão na sala de aula do Paraná, que entendem aquela realidade, produzindo conteúdo. O professor é reconhecido como autor. Com o dinheiro de um projeto que era de formação de educador eles conseguiram produzir um conteúdo de muita qualidade &gt;&gt; Custo do projeto e custo de cada livro: não tem comparação.<br />
Link para o Livro Didático Público do Estado do Paraná: <a href="http://miud.in/8IQ"><span style="text-decoration: underline">http://miud.in/8IQ</span></a></p>
<p>Recursos Educacionais Abertos: www.rea.net.br</p>
<h4><strong>Dia 31 de Julho </strong></h4>
<h4><strong>Roda 3 &#8211; Governo municipal: abrindo a caixa-preta</strong></h4>
<p><strong>Transparência Radical</strong><br />
<strong>Arthur: </strong>Lei de acesso à informação pública é muito mais abrangente, há uma série de acordos internacionais vinculantes que garantem o acesso à informação. O movimento em torno do Transparência HackDay propôs que os dados sejam legíveis por máquina, ou seja, que podem ser processados por computadores e isso foi incorporado ao texto final. Existem condições políticas para essa lei avançar.</p>
<p>Acesso à informação pública é fundamental para promover a participação cidadã. Inclusive promove o empreendedorismo, empresários atrás de oportunidades de negócios na região dele.</p>
<p><strong>Empoderamento cidadão: como tirar o osso da administração?</strong></p>
<p><strong>Dando: </strong>Construir mobilização com agentes da comunidade, tem que por o pé na lama, não dá para avançar questões desde o gabinete</p>
<p><strong>Marcelo Saldanha: </strong>A participação cidadã é fundamental para qualificar esse mapeamento. Nossa proposta (Instituto Bem Estar Brasil) não é oferecer internet de graça para todos. Um torre de nosso projeto atende 400 pessoas, mas a comunidade tem 15 000, então no momento em que um cidadão consegue, os cinco vizinhos dele vão querer o mesmo e é a comunidade que vai ter que se mobilizar para fazer acontecer. Temos experiências de sucesso que comprovam isso.</p>
<p><strong>Silva:</strong> Minha questão é não o empoderamento, mas a constituição do poder popular. Para orientar a ação do povo, o conhecimento é fundamental. O saber popular só não dá conta do recado, é necessário saber científico. Informação é para o dono do poder, quem não tem é escravo e é isso. As informações para o povo são as que não disputam poder. Abrir a caixa-preta dessas informaçãos para população é o passo significativo que busco dar e se você abrir essa porta, vai tornar a base da pirâmide cada vez mais exigente. Se viu que há possibilidade de mostrar o censo, porque não mostrar mais? As perguntas passam a ser da população.</p>
<p><strong>Lidas e Casa dos Meninos:</strong> Mapeamento colaborativo de creches no bairro M Boi Mirim, zona sul de São Paulo. O resultado é um portal de transparência efetiva, demonstrando onde estão as creches mais próximas de sua casa numa ferramenta que também integra informações de orçamento de forma clara. www.conferenciadedireitos.org.br</p>
<p><strong>Claudio: </strong>Este mapeamento complexo de baixo para cima oferece a possibilidade de colocar questões como: como se organiza melhor o futebol de várzea, onde estão ou podem estar os cinemas populares? A ferramenta traz efetivamente o que dá margem a uma cidade radical onde cada quarteirão pode ter seu governança livre. O que ele (Silva) fez de muito interessante é a tecnologia social de botar a população andando e mapeamendo tudo que eles julgarem interessante implementar.</p>
<h4><strong>Roda 4 &#8211; Ferramentas digitais livres: O uso público e a transformação das realidades locais</strong></h4>
<p><strong>Georreferenciamento </strong><br />
<strong>Natalia e Patrícia:</strong> Gostaria de apresentar o Wiikimapas. O projeto nasceu para dar visibilidade ao que de bom as comunidades tem, para isso desenvolvemos nosso sistema de forma totalmente colaborativa pelos jovens imbuídos do papel de wiki-repórter; A metodologia é totalmente replicável. Também queremos georreferenciar as oportunidades, mostrar o que que tem e qual é a agência da semana.</p>
<p>Invertemos a lógica de mapeamento oficial, fazendo com que a comunidade nos mostre o que tem de bom ali dentro. Esbarramos no ponto que muitas das ruas dessas comunidades não estão registradas em bases cartográficos como a do google, então também propomos seu mapeamento. Desensolvemos uma ferramenta que roda em celular e mobilizamos a comunidade para se apropriar disso.</p>
<p><strong>Software público</strong></p>
<p><strong>Jarbas: </strong>Proposta do portal federal do Software público: Construir e aprimorar continuamente uma rede de produção colaborativa de conhecimento para desenvolver, em ambiente público, soluções informatizadas de tecnologias da informação e comunicação.</p>
<p><strong>Thiago Ávila:</strong> Um ponto crítico: a questao do serviço agregado a esse software, como manter, desenvolver, instalar. A missão do portal é ser repositório e compartilhamento, mas a outra face da moeda é a dificuldade de efetivar o ciclo. A missão do portal é essa, um desafio é levar isso para a ponta. Para levar os softwares públicos até a ponta existe um outro projeto chamado “Mercado Público Virtual” &#8211; www.mercadopublico.gov.br. O objetivo deste site é agregar prestadores de serviço em torno dos softwares públicos disponiveis no www.softwarepublico.gov.br</p>
<p><strong>Úirá e Marcelo:</strong> Um problema é não termos mão de obra qualificada para implantar e desenvolver estes programas nas prefeituras.</p>
<p><strong>Américo:</strong> Se você não tiver a contra partida de conhecimento disseminado de tal forma que em qualquer cidade seja possível implementar a ferramenta, desenvolver, etc etc, você está próximo ao conteúdo proprietário, que está lá e não pode ser aplicado. O software é livre, mas a manutenção está tão fechada que o cara fica refém de um único cara no estado inteiro que vai poder prestar aquele serviço.</p>
<p><strong>Thiago Ávila: </strong>Há muita dificuldade dentro dos governos para entender a lógica do desenvolvimento compartilhado. O que eu vejo hoje é que ou o governo faz tudo ou compra pronto. Governo trabalhar junto com o pequeno fornecedor desenvolvedor de TI, seja ele pessoa física ou jurídica, é algo que ainda está distante. A ideia de estimular o conceito de software como serviço no setor público é muito bem vinda.</p>
<p><strong>Claudio: </strong>Houve um erro nosso, de quem batalhou pelo software público no começo, de que isso é gratuito. Pegar a grana que era de custeio e colocar na rubrica de investimento. gastar dinheiro em desenvolvimento é viabilizar autonomia, o que, em última instância, é profundamente subversivo. As oportunidades ficam públicas.</p>
<p><strong>Uirá:</strong> Para fomentar o software livre, estamos estudando duas possibilidades no MinC: Os softwares que ainda nao estao maduros, que você precisa criar o código e a comunidade. Uma das coisas é que o MinC poderia fazer uma licitação, um investimento grande para produzir um programa que compita com os softs proprietários de ponta. O outro modelo é colocar dinheiro em recompensa: vc pega uma deficiência, entra na comunidade do software publico e falo: ó, eu prefeitura x, pago y mil reais pela melhor solução para essa minha demanda. Ou então o próprio desenvolvedor propõe uma funcionalidade e vai buscar financiamento. Seria interessante o governo federal implantar, por exemplo, uma solução em 400 cidades, formando assim os desenvolvedores que vão manter o sistema pelo país.</p>
<h4><strong>Conclusões para o documento final</strong></h4>
<p><strong>Princípios: </strong></p>
<p>Participação, Tranparência, Colaboração, Acesso e Liberdade<br />
Softwares tem que ser livre, distribuído &gt;&gt;&gt; em toda a gestão<br />
Transparência &#8211; dados públicos abertos, legíveis por máquina<br />
Acesso à informação e intereção com a mesma</p>
<p>Privacidade<br />
Liberdade de expressão<br />
Gestão participativa<br />
Neutralidade de infra-estrutura (rede disponível, sem privilégios de tráfego e em SL)<br />
Respeito ao Marco Civil da Internet<br />
Fomento a dispositvos de cultura</p>
<p>– 5C &#8211; Colaboração, compartilhamento, comunidade, conhecimento e confiança<strong> </strong></p>
<p><strong>Diretrizes e ações</strong><br />
Definir/propor a cidade digital que entendeu a questão pública muito antes da questão business</p>
<p>Não oferecer pacotes de venda de serviço<br />
Buscar prefeito porra loca ?<br />
Propostas reprodutíveis e escaláveis ?<br />
Selo &#8211; Cidade Comunicadora &#8211; Como atender às gradações ?<br />
Todos que relataram casos, escrevam textos para pontuar<br />
Alfabetização digital do primeiro escalão do governo<br />
Estudar princípios da democracia participativa</p>
<p>Utilização de exemplos claros: destrinchar e dizer como foi dito &gt;&gt; prefeito quer saber como fazer e como adaptar</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Rede culturadigital.br compila contribuições para o Forum Brasil Conectado (PNBL)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 22:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A rede CulturaDigital.br é uma das 56 entidades que participam do Fórum Brasil Conectado, instância propositiva do Plano Nacional de Banda Larga. O propósito dessa participação é debater e propor ações para o Plano, só que a rede estruturou uma forma de contar com a colaboração dos mais de 5 mil membros para tal. &#8220;Acreditamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A rede CulturaDigital.br é uma das 56 entidades que participam do Fórum Brasil Conectado, instância propositiva do Plano Nacional de Banda Larga. O propósito dessa participação é debater e propor ações para o Plano, só que a rede estruturou uma forma de contar com a colaboração dos mais de 5 mil membros para tal. &#8220;Acreditamos que a ponte entre os conteúdos e deliberações produzidos pelos participantes desta rede e o Programa Nacional de Banda Larga são fundamentais para a efetivação das nossas reivindicações&#8221; (Rodrigo Savazoni)</p>
<p>O <a href="http://culturadigital.br/pnbl">http://culturadigital.br/pnbl</a> disponibiliza as 11 sessões temáticas do Fórum para comentários e propostas a serem compiladas e levadas pela rede a próxima reunião.</p>
<p>O próximo encontro será dia 10 de agosto e ainda é possível fazer suas considerações em cada sessão, portanto, mãos a obra:</p>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-1-implantacao-de-dutos-e-fibras-em-obras-civis-e-compartilhamento-de-infraestrutura/" target="_blank">Sessão 1 : Implantação de dutos e fibras em obras civis e compartilhamento de infraestrutura</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-2-modelo-de-licitacao-com-contrapartidas-de-interesse-publico/" target="_blank">Sessão 2 : Modelo de licitação com contrapartidas de interesse público</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-3-parametros-de-qualidade-para-banda-larga/" target="_blank">Sessão 3 : Parâmetros de qualidade para banda larga</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-4-oferta-de-acesso-pela-telebras/" target="_blank">Sessão 4 : Oferta de acesso pela Telebrás</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-5-estimulo-as-industrias-e-aos-servicos-nacionais/" target="_blank">Sessão 5 : Estímulo às indústrias e aos serviços nacionais</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-6-indicadores-setoriais/" target="_blank">Sessão 6 : Indicadores setoriais</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-7-plano-incentivado/" target="_blank">Sessão 7 : Plano Incentivado</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-8-rede-nacional-implantacao-de-backbone/" target="_blank">Sessão 8 : Rede Nacional – Implantação de Backbone</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-9-rede-nacional-integracao-com-entes-federados/" target="_blank">Sessão 9 : Rede Nacional – Integração com entes federados</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-10-rede-nacional-integracao-de-ptts/" target="_blank">Sessão 10: Rede Nacional – Integração de PTTs</a></li>
<li><a href="http://culturadigital.br/blog/2010/07/30/pnbl/2010/07/30/sessao-tematica-11-rede-nacional-integracao-com-programas-de-governo/" target="_blank">Sessão 11: Rede Nacional – Integração com programas de Governo</a></li>
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		<title>Direitos Autorais: Um Debate com Toda a Sociedade</title>
		<link>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/07/14/direitos-autorais-um-debate-com-toda-a-sociedade/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 20:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que está rolando]]></category>
		<category><![CDATA[lda]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[reformaLDA]]></category>
		<category><![CDATA[sergio amadeu]]></category>

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		<description><![CDATA[
Seminário explica reforma da lei dos direitos autorais e convida sociedade a participar do debate
Realizado por rede de entidades, entre as quais o Idec, evento contará com a presença do ministro da Cultura e vários artistas 
São Paulo, 15 de julho de 2010. A “Rede pela Reforma da Lei dos Direitos Autorais” que reúne 20* [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/07/5AFA.jpg" rel="shadowbox[post-1024];player=img;"><img class="size-full wp-image-1038  aligncenter" title="5AFA" src="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/07/5AFA.jpg" alt="" width="314" height="233" /></a></p>
<h3 style="text-align: center"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><strong>Seminário explica reforma da lei dos direitos autorais e convida sociedade a participar do debate</strong></span></span></h3>
<p style="text-align: center"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Arial,sans-serif"><em>Realizado por rede de entidades, entre as quais o Idec, evento contará com a presença do ministro da Cultura e vários artistas </em></span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif">São Paulo, 15 de julho de 2010. A “Rede pela Reforma da Lei dos Direitos Autorais” que reúne 20* organizações civis realizará no dia 19 de julho, das 9h às 19h, na PUC-SP, o Seminário: “Direitos Autorais: um debate com toda sociedade”. Um dos objetivos do encontro é o de esclarecer pontos polêmicos da reforma e fomentar a participação da sociedade na consulta pública aberta pelo Ministério da Cultura.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif">O evento contará com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira e diversos artistas, como o músico Fernando Anitelli, do Teatro Mágico, o rapper Gog, o compositor Tim Rescala, além de educadores, pesquisadores, juristas, estudantes e organizações da sociedade civil.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif">O debate abordará as relações do direito autoral com os recursos educacionais, a produção artística, o acesso à cultura, as possibilidades digitais e os direitos do consumidor. O projeto de lei que reforma a Lei de Direitos Autorais (</span><em><span style="font-family: Arial,sans-serif"><span style="font-size: small">Lei 9.610/98</span></span></em><span style="font-family: Arial,sans-serif">) está disponível para sugestões da sociedade durante os próximos meses, no site do Ministério da Cultura.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif">O maior interesse público no debate é a questão do acesso ao conhecimento e da democratização da cultura. O Brasil possui uma das leis mais rígidas do mundo e  é essencial discutir uma reforma que flexibilize a Lei para torná-la mais adequada à nova realidade digital, que permita, entre outros, a utilização de materiais de cultura, como filmes e livros, para fins educacionais.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,sans-serif"><strong>Serviço</strong></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><strong>Dia: </strong></span></span></span></span><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small">19 de julho de 2010</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><strong>Horário:</strong></span></span></span></span><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"> 09h00 às 19h30</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><strong>Local: </strong></span></span></span></span><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small">Tucarena, Rua Monte Alegre, 1024, Perdizes, São Paulo, SP</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><strong>Realização:</strong></span></span></span></span><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"> Rede pela Reforma da Lei de Direito Autoral</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><strong>Organização</strong></span></span></span></span><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small">: Idec, Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><strong>Apoio: </strong></span></span></span></span><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small">Ministério da Cultura, Open Society Institute; Consumers International e Fundação Ford</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small">Inscrições gratuitas.</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000080"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Times New Roman,serif"><span style="font-size: small"><em>Vagas limitadas</em></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="7" width="689">
<col width="59"></col>
<col width="601"></col>
<tbody>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>08h30</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Credenciamento</strong></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>09h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="font-family: DejaVu Sans Condensed,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Abertura</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong> </strong></span></span></span></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>09h15</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Mesa I &#8211; Os Direitos autorais no Brasil</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Panorama sobre os direitos autoriais no país</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">A legislação Brasileira e a reforma da lei de direitos autorais</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Restrições e possibilidades da Lei de Direito Autoral (Lei 9610/98)</span></span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Palestrantes</strong></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>: </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Professor Carlos Affonso</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV /</em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong><br />
Denis Barbosa</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, FGV / </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Marcos Alves</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, Diretor de Direitos Autorais do Ministério da Cultura /<br />
Professor </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Marcos Wachowicz</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, UFSC / </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Sergio Amadeu</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, Sociólogo, Professor UFABC</em></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>11h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Apresentação do Ministro da Cultura Juca Ferreira</strong></em></span></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>12h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>ALMOÇO LIVRE</strong></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>13h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Mesa II &#8211; Gestão Coletiva dos direitos autoriais e a supervisão pública</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">A gestão dos direitos autorais e função das organizações coletoras</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Regulação e supervisão</span></span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><strong>Palestrantes:</strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small"><strong> </strong></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Alexandre Negreiros</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em>, Sindicato dos Músicos do Rio de Janeiro /<br />
</em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Ana Paula Martinez</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em>, Diretora do Departamento de Proteção e Defesa Econômica<br />
do Ministério da Justiça / </em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Luiz Gaspar</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong> Costa, </strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em>Procurador, Ministério Público Federal /<br />
</em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Tim Rescala</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em>, Compositor</em></span></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>15h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Mesa III &#8211; Direitos autoriais e acesso ao conhecimento</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Limitações e exceções educacionais</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Reprografia e novos modelos editoriais</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Financiamento público e acesso à literatura científica</span></span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Palestrantes: </strong></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Augusto Chagas</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, Presidente da UNE / </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Lilian Starobinas</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, educadora</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Pedro Paranaguá, </strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>Universidade de DUKE-EUA / </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Professor Túlio Vianna, </strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em>Professor UFMG</em></span></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>17h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Intervalo</strong></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>17h30</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Mesa IV &#8211; Direito Autoral, produção artística e acesso à cultura</strong></span></span></p>
<ul>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Novos modelos de negócios e arranjos produtivos na cadeia cultural</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Circulação e disponibilização de bens culturais</span></span></span></li>
<li><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: x-small">Reposicionamento do autor, do artista e novas relações com o consumidor</span></span></span></li>
</ul>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Palestrantes: </strong></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Fernando Anitelli</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em>,</em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em> Teatro Mágico / </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>GOG</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, rapper</em></span></span></p>
<p><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Oona Castro</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em><strong>,</strong></em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em> pesquisadora do Instituto Overmundo / </em></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><span style="font-size: small"><em><strong>Pena Schimdt</strong></em></span></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><em>, produtor musical</em></span></span></td>
</tr>
<tr valign="top">
<td width="59" height="4"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>19h00</strong></span></span></td>
<td width="601"><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong>Encerramento</strong></span></span><span style="color: #000000"><span style="font-family: Calibri,sans-serif"><strong> </strong></span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/07/SeminarioLDA.jpg" rel="shadowbox[post-1024];player=img;"><img class="alignnone size-large wp-image-1035" title="SeminarioLDA" src="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/07/SeminarioLDA-655x1024.jpg" alt="" width="655" height="1024" /></a></p>
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		<title>Rio pretende ser a primeira cidade digital inteligente do país</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que está rolando]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio pretende ser a primeira cidade digital inteligente do país

TI Inside &#8211; 29/06/2010
O Rio de Janeiro pode ser a primeira cidade digital inteligente do Brasil. A previsão é do novo secretário de Ciência e Tecnologia do município, Franklin Dias Coelho, que tomou posse nesta terça-feira, 29, tendo como uma das metas preparar estrategicamente a capital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio pretende ser a primeira cidade digital inteligente do país<br />
<a href="http://www.tiinside.com.br/29/06/2010/inclusao-rio-pretende-ser-a-primeira-cidade-digital-inteligente-do-pais/ti/188635/news.aspx" target="_blank"><br />
TI Inside &#8211; 29/06/2010</a></p>
<div>O Rio de Janeiro pode ser a primeira cidade digital inteligente do Brasil. A previsão é do novo secretário de Ciência e Tecnologia do município, Franklin Dias Coelho, que tomou posse nesta terça-feira, 29, tendo como uma das metas preparar estrategicamente a capital fluminense para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.</p>
<p>Um dos principais desafios do novo secretário para atingir tal meta é a inclusão digital da população. Segundo Dias Coelho, o déficit digital da cidade do Rio de Janeiro é de praticamente 90%. A perspectiva é de que nos próximos três meses comece a ser instalada uma rede de banda larga que vai atender toda a capital.</p>
<p>“O projeto Rio Digital é a possibilidade de construção de uma estrutura de banda larga de transmissão de voz, dados e imagem com padrão de qualidade europeu [banda larga com mais de 2 megabytes de velocidade] que atenda a população não só das zonas mais protegidas da cidade, mas também das áreas mais carentes”, disse Dias Coelho.</p>
<p>Para o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), além de solucionar a grande defasagem digital que a capital enfrenta, a aposta é que as medidas estimulem investimentos estrangeiros na cidade. O grupo empresarial GE, por exemplo, já anunciou que vai construir mais um centro de pesquisa mundial no Brasil, mas ainda não definiu o local.</p>
<p>“É uma disputa que estamos travando há seis meses. A gente tem muita convicção de que a chance do Rio é grande”, disse Paes. A empresa deve decidir nos próximos 30 dias se essa unidade será instalada em São Paulo ou no Rio de Janeiro. O novo centro de pesquisa da multinacional será o quarto construído no mundo.</p>
<p>De acordo com Dias Coelho, uma das iniciativas para impulsionar esse projeto de transformar o Rio de Janeiro na cidade mais digital do país é a criação do Fundo Municipal de Amparo às Pesquisas. Esta proposta deve ser encaminhada para a Câmara de Vereadores ainda esta semana. O objetivo é incentivar estudos de inovações tecnológicas que garantam qualidade de vida à população fluminense.</p>
<p>“A perspectiva é estimular linhas de pesquisa que integrem transformações urbanísticas da cidade com a inovação de projetos de ciência e tecnologia. Exemplos são as cidades inteligentes da Europa, onde você trabalha com sensores que podem controlar multidões e deslocamentos através de celulares e de softwares por satélites”, afirmou o secretário.</p>
<p>As informações são da Agência Brasil.</p></div>
<div>PNBL e reativação da Telebrás<img alt="" width="1" height="1" /></div>
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		<title>Relato da I Reunião do Fórum Brasil Digital</title>
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		<comments>http://culturadigital.org.br/site/blog/2010/06/16/relato-da-i-reuniao-do-forum-brasil-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 21:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[O que está rolando]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das ações do Plano Nacional de Banda Larga, foi a criação do Fórum Brasil Digital. Se trata de uma  instância de composição mista, entre setor público, privado e sociedade civil, que segundo a apresentação do presidente da Telebrás, Rogério Santana, tem os seguintes objetivos:
- 	Formular plano de ação de longo prazo para os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das ações do Plano Nacional de Banda Larga, foi a criação do Fórum Brasil Digital. Se trata de uma  instância de composição mista, entre setor público, privado e sociedade civil, que segundo a apresentação do presidente da Telebrás, Rogério Santana, tem os seguintes objetivos:</p>
<p>- 	Formular plano de ação de longo prazo para os temas  estratégicos 	de tecnologias de informação e comunicação (TICs);</p>
<p>- 	Produzir minutas dos instrumentos normativos  necessários à 	execução do plano estratégico ;</p>
<p>- Criar e difundir conhecimento sobre TICs ;</p>
<p>- Qualificar e estimular o debate público sobre políticas relacionadas a TICs ;</p>
<p>- Análise e solução de divergências .</p>
<p>O que muitos esperavam era que esta pudesse ser uma representação forte perante a gestão do PNBL, propositiva e de avaliação do mesmo, mas ao que tudo indica ele não terá tanto peso. Estela Waksberg Guerrini, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, esteve na primeira reunião do Fórum realizada no dia 23 de Junho em Brasília, conta no relato abaixo um pouco do que aconteceu por lá.</p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>A reunião</strong></span></p>
<p>1. Na mesa de abertura, estava o Cezar Alvarez (coordenador do PNBL), o Ronaldo Sardenberg (Anatel) e o José Artur Filardi (Minicom).</p>
<p>O Cezar Alvarez apresentou um histórico do Plano, os seus objetivos (aumentar cobertura e velocidade, reduzir preço), e as seis dimensões do Plano (que constam naquela primeira apresentação feita logo depois do decreto. Anexei a apresentação): infraestrutura, regulação, incentivo fiscal e financeiro, conteúdo e aplicação, Telebrás, e política de produção e tecnologia. Por fim, disse que o Fórum será uma instância de acompanhamento , discussão e aprimoramento.</p>
<p>O Filardi falou literalmente 2 minutos.</p>
<p>O Sardenberg apresentou o que já está sendo feito pela Anatel, que casa, em tese, com o PNBL: PGR, PGMQ, leilão de radiofrequência, PGMU e pesquisas (tudo isso está nos documentos escaneados que eu anexei).</p>
<p>2. Depois, um moderador apresentou o funcionamento do Fórum e deu-se uma apresentação dos membros do Fórum. Nesse momento, o Cezar Alvarez foi explicando o motivo de aqueles membros terem sido convidados (&#8220;representatividade&#8221;). Lista anexa.</p>
<p>3. Com relação ao funcionamento, o Fórum poderá incidir nos três níveis de ação, sendo que o primeiro nível corresponde às ações em curso e, portanto, sobre elas o nível de incidência é menor.</p>
<p>Haverá reuniões bimestrais e informes e contribuições por email. Foi criado um email, mas somente os emails cadastrados (um por membro do Fórum) podem enviar mensagens para este email criado (o meu email está cadastrado).</p>
<p>Serão feitas reuniões específicas, com grupos, para discutir ações do Plano. E também serão organizados workshops para discutir as ações de nível 3.</p>
<p>Outras entidades, não membros do Fórum, poderão ser convidadas para participar das reuniões específicas e workshops.</p>
<p>4. O Rogério Santanna apresentou o projeto 100 cidades, da Telebrás, para este ano.</p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>O que falamos</strong></span></p>
<p>Perguntei onde entra a qualidade dentro dos três vetores preço, velocidade e cobertura. Disse que de nada adianta tudo isso se a qualidade do serviço continuar sendo ruim, como é hoje. A resposta foi que eles incorporaram isso que eu já havia dito antes e consta como uma das ações na matriz (anexa).</p>
<p>Perguntei também se existem critérios objetivos para determinar quando a Telebrás entrará na venda no varejo. A resposta foi que isso só vai acontecer em último caso, e que ainda não possuem um critério objetivo, somente o parâmetro de 512kbps de velocidade adequada. O Rogério e o Cezar me disseram que poderemos construir o conceito de &#8220;adequado&#8221; juntos. (o que é velocidade adequada? O que é preço adequado? O que é qualidade adequada? As respostas a essas perguntas são fundamentais, caso contrário a Telebrás nunca se responsabilizará pela venda no varejo&#8230;)</p>
<p>Na última reunião havia perguntado como o PNBL conversa com o backhaul das concessionárias (as metas do PGMU, fiscalizadas pela Anatel). Isso foi perguntado novamente nesta 4a feira. A resposta do Rogério foi a seguinte: &#8220;o backhaul das empresas é insuficiente. 8, 16 mega, é muito pouco. Vamos construir um outro backhaul, com mais capacidade&#8221;&#8230; Essa resposta assusta, porque penso: pagamos a construção dos backhauls construídos pelas concessionárias (que são sujeitos à incerteza sobre quem tem seu domínio: União ou empresas), e agora vamos pagar de novo pela construção de outro backhaul, porque o primeiro é insuficiente&#8230;Então por que se gastou dinheiro com a construção dos primeiros??? Isso é dinheiro público&#8230;</p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Passos</strong></span></p>
<p>1. Até 2 de julho: devemos nos manifestar sobre os critérios para a seleção das 100 cidades que vão ser iluminadas este ano. Não tenho o documento com os critérios para anexar, mas isso estará no site da Casa Civil.</p>
<p>2. Até 7 de julho: devemos escolher as ações nas quais queremos trabalhar com mais foco. Nesse ponto, o Idec inevitavelmente escolherá aquelas ações que dizem respeito ao nosso trabalho mais de perto, como regulação, infraestrutura, preço, qualidade etc. Mas podemos enviar sugestões sobre todas as ações previstas, além de sugerir novas ações ou temas.</p>
<p>3. Até 20 de julho: a Secretaria Executiva do Comitê irá organizar as informações recebidas pelos membros, e irá estabelecer uma agenda do Fórum até dezembro.</p>
<p>4. Os membros do Fórum poderão enviar sugestões de novos temas.</p>
<p>5. Próxima reunião presencial do pleno do Fórum: agosto/2010.</p>
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		</item>
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		<title>Visita de Gil e Lessig na CCD</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 21:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago.pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>

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		<description><![CDATA[
(foto: Gabriela Barreto)
Gil e Lawrence Lessig na Casa da Cultura Digital
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/06/encontro-Gil-na-Casa.jpg" rel="shadowbox[post-971];player=img;"><img class="alignnone size-full wp-image-970" title="encontro Gil na Casa" src="http://culturadigital.org.br/site/files/2010/06/encontro-Gil-na-Casa.jpg" alt="" width="456" height="304" /></a></p>
<p>(foto: Gabriela Barreto)</p>
<p>Gil e Lawrence Lessig na Casa da Cultura Digital</p>
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