Meiolab

objetivo

Realizar projeções em grande formato, criando um espetáculo visual único, onde as imagens são manipuladas ao vivo pelos performers, manualmente, utilizando dispositivos de baixa tecnologia para criar paisagens e narrativas que remetem ao mesmo tempo ao mundo dos sonhos e ao mundo real.

descrição

O Grupo realiza projeções analógicas com retroprojetores manipulados simultaneamente pelo performers, organizados de maneira semelhante a um conjunto musical, buscando um resultado único, de grande formato. Em seus trabalhos, o Meiolab procura abordar questões atuais das imagens, pelo viés da baixa tecnologia: estruturação da imagem em camadas, manipulação de imagens em tempo real, e busca trabalhar uma qualidade ótica muitas vezes negligenciada nos suportes digitais.

Mantém pesquisa constante sobre dispositivos de apresentação, projeção e visualização,
desenvolvendo em paralelo equipamentos (hardware) e protocolos de interação (software). As imagens integram um grande banco de dados que é ativado pelos performers ou participantes utilizando um protocolo de interação desenvolvido em cada projeto.

O Meiolab dá ênfase à produção artesanal e manipulação ao vivo de imagens e objetos, buscando inspiração no movimento de máquinas, nos fenômenos óticos e na sobreposição e justaposição de imagens criando novos sentidos, misturando fotografia, video, desenho, marcenaria, ótica e design.

dados

MeioLab é um projeto colaborativo de experimentação poética em multimeios.
É formado por Chico Linares, Guilherme Werner, Gavin Adams e Marcos Muzi.
Em setembro de 2011, o Meiolab, em parceria com o grupo Anarquia da Fantasia, apresenta o espetáculo audiovisual Bicicletadadá no MIS – Museu da Imagem e do Som, como parte do Ciclocine, Mostra audiovisual sobre bicicletas e mobilidade urbana, organizada pela Associação Ciclocidade.
Em setembro de 2009, o MeioLab apresenta o espetáculo Visagem na choperia do SESC-Pompéia. Visagem é um espetáculo audiovisual onde imagens são manipuladas em tempo real sobre múltiplas telas que, justapostas, compõem um painel de 15 metros de comprimento. As imagens são realizadas a partir da combinação de retroprojetores e projetor de vídeo que se movimenta por toda a extenção da tela. O conteúdo é construído a partir de coleções de objetos e transparências que são apresentados segundo procedimentos pré-programados, mas cujo encadeamento narrativo mais fino é resolvido ao vivo por cada performer na interação.
Continuação da parceria com o grupo musical Anarquia da Fantasia, iniciada com o projeto LUDO, apresentação realizada no Centro Cultural Mariantonia. Pela primeira vez incorpora elementos de sorteio e acaso à poética do grupo e acentua o raciocínio de banco de dados já presente anteriormente.
Realiza ainda projeções nos shows de Andréia Dias, no Auditório Ibirapuera, e do cantor e musicista Zimbher, no auditório do SESC-Pompéia.
Em 2008, é contemplado pelo edital Primeiras Obras da Prefeitura de São Paulo pelo Centro Cultural da Juventude, e produz um DVD interativo com licença livre. Neste mesmo ano, se apresenta no Campus Party, além de realizar oficinas e apresentações no CCJ. Anderson Rei, Daniel Manzione e Matheus Giavarotti participam desse processo.
Em 2007, participa da Mostra SESC de Artes – Circulações, tendo se apresentado ao vivo em diversas locações externas e internas das cidades de Piracicaba, São José dos Campos e São Paulo (Minhocão, Largo Santa Cecília, Praça Roosevelt e Largo do Arouche). Apresenta um trabalho altamente participativo e experimental, agregando contribuições de artistas e moradores locais. Produz uma exposição no SESC São José dos Campos.

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