Belo Monte, anúncio de uma guerra.

http://www.cinedelia.com

project inscribed by André D'Elia

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O objetivo:
Provocar por meio de um documentário cinematográfico, a reflexão do público sobre as questões candentes produzidas pela usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu que vem na esteira do modelo de desenvolvimento proposto para a Amazônia, em detrimento da vida dos povos da floresta.

A importância da cinematografia:
As imagens ajudam a observar e revelar o mundo, garantindo o direito à informação que é o substrato da liberdade.

A cinematografia independente:
Fazer cinema independente é muito difícil, porque fazer cinema é caro. Por isso o direito à informação fica cerceado, restringindo a liberdade, uma vez que os recursos são liberados quando convenientemente direcionados. Esse é um ponto muito interessante para ser discutido no festival CulturaDigital.Br: o cinema digital é muito mais barato e tende a democratização da produção.

Dinheiro independente para produção independente:
Sem dinheiro não se faz cinema independente. Através de canais na internet e do “Crowdfunding” a ajuda pode ser de fato voluntária, com dinheiro independente. Isso livra a nossa produção das mordaças que calam as vozes da floresta e das vendas que cegam a opinião do público.

As mudanças
Um documentário cinematográfico que suscita reflexões provoca mudanças em que o assiste, principalmente quando o telespectador percebe ser ele um dos agentes. Afinal, todos precisam de energia não é verdade?

Qual o preço da energia?
Quanto custa a energia? Alguns ou muitos reais? Ou dólares? Ou uma floresta e seus povos?

Quem precisa de estradas?
“Temos que integrar para não entregar”! Uma das muitas frases de efeito da ditadura militar. Naquele tempo a usina Hidrelétrica de Belo Monte, chamava-se “Projeto Kararaô” e estava associado às ações do governo militar mantidas em sigilo. Rebatizado, o projeto renasce hoje sob o manto vestal do desenvolvimento da Amazônia. E o povo da floresta, que estrada usará para sair de lá?

O sigilo e a ignorância:
Como saber o que se passa na Amazônia? O que é verdade ou mentira? O que é ficção e o que é fato? A informação precisa ser transmitida. Os povos da floresta precisam ser ouvidos, suas imagens assistidas para que sejam conhecidos. A liberdade começa com o conhecimento. O sigilo é instrumento da ignorância.

Cúmplices do fato:
Nenhum jornal, rede de televisão, estação de rádio e nem os sites na Internet revelam o que de fato está ocorrendo no Norte do país; o poder omite. Pela omissão tornamo-nos cúmplices.

Ajuda da ficção ao fato histórico:
Os citadinos acreditam que não há muito que fazer para ajudar a salvar a Amazônia. O cinema ajuda. A ficção do cinema se torna realidade na reflexão da platéia. Quando poucos acreditam ser possível, convencem muitos a não deixá-los fazendo sozinhos. Precisamos convencer você a se juntar a nós e com sua ajuda transformar a ficção em fato histórico.

A ideia é discutir a forma da produção em si e como isso afeta a realidade, realizar contado com o publico, com meios alternativos de comunicação e digital marketing.

O filme longa metragem não será exibido na integra.

Canal no Vimeo:

http://vimeo.com/channels/belomonte

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